1º de abril... Quantas vezes não caímos naquela mentira contada por um amigo para nos fazer de bobo. Eu perdi a conta! Uma brincadeira que passou pela minha infância, adolescência e parou na idade adulta.
Com a mentira não se brinca. Assim como não devemos também falar a verdade nem de brincadeira. Um paradoxo para quem busca a verdade como meio de libertar-se da mentira que nos submete aos maiores vexames neste mundo de provas e expiações humanas.
Refletindo acerca de um pensamento de Emmanuel, orientador espiritual do nosso saudoso Chico Xavier, chegamos a conclusão que entre mentir e falar a verdade é melhor ficar calado para não ferir melindres pessoais ou interesses de grupos.
Diz Emmanuel que "a atitude de mentir é uma das mais deploráveis para a formação de um bom caráter". Ou seja, o mentiroso não tem escrúpulo nem limites para se passar pelo que não é. Ele mente com tanta segurança e repete a mentira tantas vezes que acaba convencendo a todos em sua volta.
Porém, como toda mentira tem perna curta, um dia o mentiroso deixará cair a máscara de sua má conduta. Não enganará a mais ninguém. Nem mesmo a si próprio. E por mais que queira provar que deixou de ser mentiroso compulsivo, ninguém o levará a sério.
Muitas relações políticas, religiosas e sociais terrenas é promovida na base da mentira, desde a época das profecias, dos milagres e das revelações feitas por Jesus, aquele a quem a mentira submeteu aos mais terríveis flagelos físicos porque não explicou a Pilatos o que "era a verdade".
Não foi à toa que o Mestre nazareno disse que o espírito humano só herdaria o reino do céu quando transformasse seu orgulho e egoísmo em sentimento de pureza e ingenuidade, marca incontestável da personalidade da criança.
E como já ensinava nossos pais, criança nunca deve mentir para não crescer com caráter deformado e moral comprometida. Todavia, pode brincar de mentir no dia 1º de abril. Uma mentirinha que não fará mal a ninguém, obviamente.
Bem diferente do "jeitinho brasileiro" que quase sempre recorremos para nos beneficiar inescrupulosamente diante de uma circunstância qualquer na qual a corrupção pode nos favorecer.
Mentira e verdade... Jesus não teve escolha: preferiu ficar calado e ser pregado na cruz.
Ele, o libertador de consciências espirituais adormecidas, herdou o reino do céu. Quem o julgou desleal, mentiroso, indigno e vil criminoso, mantém-se preso ao magnetismo de mundos atrasados como o nosso.
Castigo? Não! Uma oportunidade para reescrever um novo recomeço no livro de sua vida espiritual progressista e eterna.
Texto de TONINHO BARROS FILHO, João Pessoa, PB.
Com a mentira não se brinca. Assim como não devemos também falar a verdade nem de brincadeira. Um paradoxo para quem busca a verdade como meio de libertar-se da mentira que nos submete aos maiores vexames neste mundo de provas e expiações humanas.
Refletindo acerca de um pensamento de Emmanuel, orientador espiritual do nosso saudoso Chico Xavier, chegamos a conclusão que entre mentir e falar a verdade é melhor ficar calado para não ferir melindres pessoais ou interesses de grupos.
Diz Emmanuel que "a atitude de mentir é uma das mais deploráveis para a formação de um bom caráter". Ou seja, o mentiroso não tem escrúpulo nem limites para se passar pelo que não é. Ele mente com tanta segurança e repete a mentira tantas vezes que acaba convencendo a todos em sua volta.
Porém, como toda mentira tem perna curta, um dia o mentiroso deixará cair a máscara de sua má conduta. Não enganará a mais ninguém. Nem mesmo a si próprio. E por mais que queira provar que deixou de ser mentiroso compulsivo, ninguém o levará a sério.
Muitas relações políticas, religiosas e sociais terrenas é promovida na base da mentira, desde a época das profecias, dos milagres e das revelações feitas por Jesus, aquele a quem a mentira submeteu aos mais terríveis flagelos físicos porque não explicou a Pilatos o que "era a verdade".
Não foi à toa que o Mestre nazareno disse que o espírito humano só herdaria o reino do céu quando transformasse seu orgulho e egoísmo em sentimento de pureza e ingenuidade, marca incontestável da personalidade da criança.
E como já ensinava nossos pais, criança nunca deve mentir para não crescer com caráter deformado e moral comprometida. Todavia, pode brincar de mentir no dia 1º de abril. Uma mentirinha que não fará mal a ninguém, obviamente.
Bem diferente do "jeitinho brasileiro" que quase sempre recorremos para nos beneficiar inescrupulosamente diante de uma circunstância qualquer na qual a corrupção pode nos favorecer.
Mentira e verdade... Jesus não teve escolha: preferiu ficar calado e ser pregado na cruz.
Ele, o libertador de consciências espirituais adormecidas, herdou o reino do céu. Quem o julgou desleal, mentiroso, indigno e vil criminoso, mantém-se preso ao magnetismo de mundos atrasados como o nosso.
Castigo? Não! Uma oportunidade para reescrever um novo recomeço no livro de sua vida espiritual progressista e eterna.
Texto de TONINHO BARROS FILHO, João Pessoa, PB.